POTÊNCIA AMBIENTAL DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MATRIZES ENERGÉTICAS
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Vídeo: "Desenvolvimento Sustentável - Vídeo Educacional" (BBC)

"Reconhecido pelo Ministério da Educação: abra sua mente. Torne possível a vida para as futuras gerações ajudando da forma mais simples que puder. Dê mais valor ao mundo que vive."


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Vídeo: "Ajude a proteger a Amazônia" (GREENPEACE)

  • "A cada dia, mais de oito mil e seiscentas áreas do tamanho do campo do Maracanã são desmatadas. São 43 árvores por segundo, 2570 por minuto, 154.224 por hora, 3.700.00 por dia, um verdadeiro espetáculo!"



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Desenvolvimento sustentável no agronegócio



  • Pensar em uma política ambiental bem-sucedida é pensá-la associada com a economia do país, especialmente no que se refere aos produtores na agricultura e/ou pecuária.
  • Tem-se a ideia de que é impossível conciliar o desenvolvimento sustentável com o agronegócio. É preciso mostrar que a imagem verde do país pode ser mantida e até mesmo reforçada nestes terrenos. O investimento a longo prazo no não-desmatamento gera um lucro muito maior do que o lucro ao desmatar áreas para a plantação: o desmatamento empobrece o solo e faz decair a qualidade do produto; ao aproveitar os recursos naturais da região, há maior lucro e aproveitamento no agronegócio, além de fazer com que famílias mais pobres possam das áreas de floresta retirar seu sustento e empresas (de cosméticos, por exemplo) de lá retirem seus produtos. Há de se pensar em uma produção ao longo dos séculos, e não em uma produção imediatista (como vem ocorrendo atualmente, por exemplo, para o plantio de soja).
  • Aliadas a esta preservação das áreas verdes (que tem em vista um lucro a longo prazo) estão políticas ambientais e produção de equipamentos que possam realizar a manutenção do solo agricultável de modo a não deteriorá-lo, como o uso de insumos sustentáveis e o controle de agrotóxicos.

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    Matrizes energéticas no Brasil



  • O Brasil sempre foi um país privilegiado do ponto de vista energético. Felizmente, muitas de nossas energias são renováveis, e para este governo espera-se a continuação das políticas de investimento maciço em energias limpas e renováveis.
  • Não só na conhecida energia hidrelétrica, mas de modo a diversificar o parque energético e impedir a dependência em um só tipo de energia. Nesse cenário, desponta como principal alternativa o etanol, que pode provir da cana-de-açúcar, muito comum em nosso país. Assim, usamos nossos próprios recursos para a produção de energia renovável, conquistando autonomia energética.

    A energia no país, atualmente, é 48% renovável, o que já é uma boa porcentagem,
    devendo-se trabalhar em prol de expandi-la ainda mais. Em 2019, porém, a
    hidrelétrica passa a ser a segunda principalmente fonte de energia renovável
    (12,7% de uso), perdendo para o etanol (21,5%). Estas são seguidas pela
    lenha/carvão vegetal (9,9%) e pelo carvão mineral (7,4%).

  • O etanol ainda é um nicho pouco explorado e o Brasil possui condições propícias para tomar papel de protagonista neste tipo de energia e em outras renováveis, fazendo-se um exemplo para os demais países em plena época de aquecimento global.


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    O Brasil como a nova potência ambiental



  • Com a maturação da democracia no Brasil e a subsequente adoção da política neoliberal nas últimas décadas, tornou-se prioridade que o país assumisse um papel de destaque no cenário internacional. Desde então, vários governos adotaram estratagemas diferentes de modo a cumprir essa determinação, ora aproximando-se de países mais desenvolvidos, ora aproximando-se de países emergentes ou de políticas mais duvidosas em relação aos outros países - especialmente a partir do governo Lula.
  • Em relação a todos os governos, porém, nota-se a tentativa de transformar o país em um mediador de conflitos que, em geral, nada lhe remetem - o caso mais recente foi o envolvimento com o Irã e a questão nuclear. Mas será que esse é o caminho do país? Torná-lo um país fadado a ser mero coadjuvante em questões mundiais?
  • É preciso pensar no Brasil como protagonista, como um país que se destaca entre os emergentes e que só tende ao crescimento. Como fazer isso? Pensando no que o Brasil é prepoderante em relação aos outros países: o ambiente. Notando que aqui não há intenção de transformar o país em agricultor ou desindustrializado, mas sim aproveitar um nicho muito pouco explorado por outros países: uma potência ambiental, que faz uso de seus recursos naturais e os associa com tecnologia de ponta e, principalmente, sustentável.
  • É uma questão de investir no marketing verde, levando em conta a crescente preocupação mundial com fenômenos como o aquecimento global. Assim, o Brasil desponta no cenário internacional não só como mais um país e tentar mediar os conflitos dos grandes, mas como um país que toma a liderança no aspecto da sustentabilidade, comprometido com as causas naturais; ressalta-se o caráter individual de nosso país, promovendo o nacionalismo.
  • Ter o Brasil como uma potência ambiental não só é benéfico em um cenário externo, mas também no interno. A preservação de floresta (ao invés de desmatá-las sem ter em vista um futuro de solo infértil), por exemplo, faz com que várias famílias dela tirem seu sustento. Há de se ter em vista um quadro de reversão da pobreza e da desigualdade aproveitando-se dos recursos de que o país já dispõe. Com o crescente destaque dado ao Brasil (estimulado também pela Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016), é impensável descartar essa possibilidade de desenvolvimento no interior do país e desenvolvimento também em sua reputação internacional.


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